Interior fica com 76% dos empregos criados no Paraná
O Paraná criou nos últimos doze meses 84 mil e 511 empregos com carteira assinada, sendo que 76% foram no interior do estado. No setor industrial, foram criados no mesmo período 16 mil e 736 empregos, sendo 88 e meio por cento fora da capital. Os dados são de pesquisas realizadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pelo IBGE, que é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Em dois anos, de janeiro de 2011 a janeiro deste ano, foram criadas 214 mil e 169 novas vagas formais, sendo 137 mil e 783 no interior. O governador ressaltou que o programa Paraná Competitivo atraiu aproximadamente 21 bilhões em empreendimentos privados, muitos feitos em regiões que estavam estagnadas, principalmente no interior do estado. Beto Richa disse que o governo estadual está estimulando investimentos em todas as regiões, além de concentrar recursos na melhoria da infraestrutura de estradas, portos e no reforço no fornecimento de energia. As 214 mil novas vagas criadas desde 2011 posicionam o Paraná como o estado de melhor desempenho na região Sul e entre os cinco melhores do Brasil, segundo demonstra o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho. O desempenho do Paraná na geração de emprego industrial é um dos grandes destaques. O estado registra aumento na criação de vagas na indústria de transformação há 17 meses consecutivos, segundo pesquisa do IBGE.
Segundo outro levantamento do IBGE, em 2012, a Região Metropolitana de Curitiba registrou taxa de desemprego de 3,8% da População Economicamente Ativa, menor que a média brasileira, que ficou em 5,5%. O secretário estadual do Trabalho, Emprego e Economia Solidária, Luiz Cláudio Romanelli, ressalta que o Estado tem o maior salário mínimo regional do país. No Brasil, o menor vencimento é de 678 reais, já no Paraná é de 783 reais. Nos dois últimos anos, o governo estadual adotou a política de discutir no Conselho Estadual do Trabalho o índice de reajuste anual. O secretário lembrou que o salário mínimo regional é base para segmentos que não têm convenções coletivas de trabalho, refletindo de forma direta ou indireta no ganho de um milhão e meio de trabalhadores. Nos últimos dois anos, cerca de 16 mil trabalhadores paranaenses fizeram cursos de qualificação patrocinados pelo governo estadual e pelo governo federal. Neste ano, a previsão é abrir cerca de 80 mil vagas para qualificação de jovens, de estudantes da rede pública e trabalhadores. O secretário Romanelli afirmou que a qualificação profissional dá mais opções e aumenta a renda dos trabalhadores. O Paraná tem diversos programas que qualificação profissional, como por exemplo, o programa Telessalas do Trabalhador, com oficinas transmitidas, ao vivo, via satélite, nas 125 Agências do Trabalhador. Só no ano passado, as oficinas foram acompanhadas por mais de quatro mil trabalhadores.
Segundo outro levantamento do IBGE, em 2012, a Região Metropolitana de Curitiba registrou taxa de desemprego de 3,8% da População Economicamente Ativa, menor que a média brasileira, que ficou em 5,5%. O secretário estadual do Trabalho, Emprego e Economia Solidária, Luiz Cláudio Romanelli, ressalta que o Estado tem o maior salário mínimo regional do país. No Brasil, o menor vencimento é de 678 reais, já no Paraná é de 783 reais. Nos dois últimos anos, o governo estadual adotou a política de discutir no Conselho Estadual do Trabalho o índice de reajuste anual. O secretário lembrou que o salário mínimo regional é base para segmentos que não têm convenções coletivas de trabalho, refletindo de forma direta ou indireta no ganho de um milhão e meio de trabalhadores. Nos últimos dois anos, cerca de 16 mil trabalhadores paranaenses fizeram cursos de qualificação patrocinados pelo governo estadual e pelo governo federal. Neste ano, a previsão é abrir cerca de 80 mil vagas para qualificação de jovens, de estudantes da rede pública e trabalhadores. O secretário Romanelli afirmou que a qualificação profissional dá mais opções e aumenta a renda dos trabalhadores. O Paraná tem diversos programas que qualificação profissional, como por exemplo, o programa Telessalas do Trabalhador, com oficinas transmitidas, ao vivo, via satélite, nas 125 Agências do Trabalhador. Só no ano passado, as oficinas foram acompanhadas por mais de quatro mil trabalhadores.
[ ANP - Repórter Jeferson Nunes ]
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